Esse post é para aqueles que antipatizam com o rock do futuro, nos quais se encaixam o rock pesado, o heavy pesado, rock pauleira, entre outros. Escrevo isso porque tenho muitos amigos que ainda não assimilaram a ideia dos riffs pesados e sujos que são tocados em ode ao Satã. Tento, desde então, a entender a mente desse tipo de pessoa para então, reverter o processo. Vou confessar que já fui assim. Há um ano eu nem ouvia Led Zeppelin direito! Só curtia o tal do rock progressivo.
Galera (podre), abram seus olhos (e seus corações, também). Quando você está ouvindo AC/DC, por exemplo, quando aqueles riffs poderosos tomam conta da sua alma e você resiste em aceitar, que apesar daquilo ser simples, é cheio de energia, tem algo errado nisso! Afinal, o rock não foi feito pra se divertir? Tudo bem que muitas bandas (inclusive a minha preferida, Pink Floyd) resolveram tornar essa diversão em engajamento e deu muito certo, parabéns. Mas não vamos enganar-nos e se alienar para o que é óbvio. Deixe-me explicar: o Pink Floyd por exemplo, faz letras de protesto e tudo mais. O AC/DC, para usar o mesmo exemplo, também faz. Só que é um protesto jovem. Um protesto juvenil, enérgico, sem muitas preocupações com o meio-ambiente ou nada do tipo. O rock pesado é um hino a liberdade de expressão, a liberdade do jovem de sair na rua gritando a todos e a todas o que pensa de forma rápida, intensa e mortal (ê). E aí que entram as guitarras com seus power chords, uma bateria pauleira e um baixo qualquer (êêê).
É disso que se trata o rock do futuro, o rock da geração jovem. Não é nada mais, nada menos do que saudação ao demônio, nosso pai. E se você ainda não está convencido, veja o vídeo abaixo:
E se você quer mais:
Se você não se convenceu, deixe sua impressão nos comentários.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Dennis Gansel "A Onda"
Baseado em um experimento real, "A Onda" é um filme alemão que narra a história do professor Rainer Wenger (ou Sr. Wenger, se preferir) e seu projeto sobre o tema "Autocracia". Pra quem não sabe, autocracia é um tipo de governo onde uma minoria domina a maioria. Quer um exemplo? O Nazismo. Logo no início do curso os alunos mostram repulsa ao tema do Terceiro Reich (apesar de vermos alguns tipos que se divertem com o tema). Na verdade eu não diria nem que é uma repulsa (ou nojo, talvez), mas sim uma certa confusão e falta de opinião formada. Vemos nessa cena que a diferença entre o que os jovens alemães pensam do nazimos e o que o jovem brasileiro pensa, por exemplo, não é muito grande. Muito interessante.
Observando esse impasse, Rainer (que queria ministrar o curso de anarquia) resolve aplicar na prática o que seria uma autocracia. É instaurada uma aura de fascismo na sala de aula, com os alunos passando a respeitar o professor como se fosse um líder à lá Hitler, ou algo do gênero. As coisas começam calmas, mas então vamos passando por uma evolução gradativa desse "sistema de governo" e quando vemos, a turma já está totalmente alienada n'A Onda. Ou você acha que o Nazismo mudou o povo da noite pro dia? O filme mostra de maneira peculiar (nem vou contar, veja você mesmo) como o positivismo "uniformiza" as pessoas, esmagando suas individualidades, preenchendo seus integrantes de forma que eles não percebem e se deixem levar pela energia. E quem não está nessa corrente (quem não se veste de branco, se é que você me entende), que sofra as consequencias.
Acho que vocês leitores já sabem como eu gosto do tema "positivismo", e seus derivados. Veja esse filme se você gosta de Revolução dos Bichos, 1984, Admirável Mundo Novo, Laranja Mecânica, etc. Mas há um detalhe, importante de se ressaltar. A ideia central é excelente, mas não é tipo de película que rouba sua atenção pela atuação ou pela fotografia, exceto em alguns momentos bem legais (poucos, mas legais). De qualquer jeito, não chega a ser ruim, só não abandona os limites do agradável.
Altamente recomendado, com reviravoltas de cair o queixo e com um toque didático (hahaha). E cuidado com o positivismo, porque de gente boa pra caramba esse não tem nada!
Observando esse impasse, Rainer (que queria ministrar o curso de anarquia) resolve aplicar na prática o que seria uma autocracia. É instaurada uma aura de fascismo na sala de aula, com os alunos passando a respeitar o professor como se fosse um líder à lá Hitler, ou algo do gênero. As coisas começam calmas, mas então vamos passando por uma evolução gradativa desse "sistema de governo" e quando vemos, a turma já está totalmente alienada n'A Onda. Ou você acha que o Nazismo mudou o povo da noite pro dia? O filme mostra de maneira peculiar (nem vou contar, veja você mesmo) como o positivismo "uniformiza" as pessoas, esmagando suas individualidades, preenchendo seus integrantes de forma que eles não percebem e se deixem levar pela energia. E quem não está nessa corrente (quem não se veste de branco, se é que você me entende), que sofra as consequencias.
Acho que vocês leitores já sabem como eu gosto do tema "positivismo", e seus derivados. Veja esse filme se você gosta de Revolução dos Bichos, 1984, Admirável Mundo Novo, Laranja Mecânica, etc. Mas há um detalhe, importante de se ressaltar. A ideia central é excelente, mas não é tipo de película que rouba sua atenção pela atuação ou pela fotografia, exceto em alguns momentos bem legais (poucos, mas legais). De qualquer jeito, não chega a ser ruim, só não abandona os limites do agradável.
Altamente recomendado, com reviravoltas de cair o queixo e com um toque didático (hahaha). E cuidado com o positivismo, porque de gente boa pra caramba esse não tem nada!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Rolling Stones "Let It Bleed"

Com sua sonoridade pesada e sombria se comparada com diversos estilos da época, esse disco traz em sua bagagem questões como a expulsão de Brian Jones (guitarrista base) por uso indiscriminado de drogas (que atrapalhavam o sucesso das gravações) e posteriormente sua morte (em uma briga com um pedreiro que trabalhava em sua casa), a guerra do Vietnã e também o movimento hippie com seus gritos de paz e amor.
O titulo causou e causa polemica até hoje e pode ser interpretado de várias formas. Uma delas é que o mesmo seria uma paródia, ou mesmo uma sátira de "Let It Be" dos Beatles, já que esse conjunto teve certa dificuldade em concluir o esse álbum por diversos problemas.
O disco conta com musicas como ‘‘’Let it Bleed’’, "Midnight Rambler", "Monkey Man" e "Gimme Shelter" que são verdadeiros clássicos dos Stones, e consequentemente do rock n roll, e não podem faltar no seu acervo de ‘’Sons Cabeçudos’’. Esse álbum também possui canções menos explosivas mas de muito conteúdo nos arranjos e letras e principalmente de muito feeling por parte de seus compositores a exemplo ’’You Got The Silver’’, ‘’Love In Vain’’.Não podemos esquecer de ‘’Live With Me’’que apresenta Keith Richards no vocal, "You Can't Always Get What You Want" fecha o álbum com maestria por parte da banda.
Vale a pena escutar o ‘’Let it Bleed’’ que é o oitavo disco da banda e é com certeza uma obra de arte, algo paradoxal que reflete e reforça diversas revoluções vividas pelas banda e pelo mundo em uma década mágica e maravilhosa.
O titulo causou e causa polemica até hoje e pode ser interpretado de várias formas. Uma delas é que o mesmo seria uma paródia, ou mesmo uma sátira de "Let It Be" dos Beatles, já que esse conjunto teve certa dificuldade em concluir o esse álbum por diversos problemas.
O disco conta com musicas como ‘‘’Let it Bleed’’, "Midnight Rambler", "Monkey Man" e "Gimme Shelter" que são verdadeiros clássicos dos Stones, e consequentemente do rock n roll, e não podem faltar no seu acervo de ‘’Sons Cabeçudos’’. Esse álbum também possui canções menos explosivas mas de muito conteúdo nos arranjos e letras e principalmente de muito feeling por parte de seus compositores a exemplo ’’You Got The Silver’’, ‘’Love In Vain’’.Não podemos esquecer de ‘’Live With Me’’que apresenta Keith Richards no vocal, "You Can't Always Get What You Want" fecha o álbum com maestria por parte da banda.
Vale a pena escutar o ‘’Let it Bleed’’ que é o oitavo disco da banda e é com certeza uma obra de arte, algo paradoxal que reflete e reforça diversas revoluções vividas pelas banda e pelo mundo em uma década mágica e maravilhosa.Essa conta com o selo de qualidade Strick Nike !
Pra Refletir...
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta-feira… Quando se vê, já terminou o ano… Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê, já passaram-se 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado. Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única coisa que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais” Mário Quintana
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Vejam essa cultura aqui...

Apesar de do foco desse blog não ser esse, não resisti a essa idéia de nosso primo João Paulo que bolou a imagem.
Caso não conheçam a figura,vale a pena conferir o vídeo.
Para aqueles que não entenderam o sentido do post recomendamos que atentem às entrelinhas: já que esse texto faz uma crítica social e mostra como o meio influencia no gosto dos indíviduos. Reflitam a respeito. Você pode achar essa cultura ridícula, mas não seja etnocentrista. Para você pode ser a deturpação da verdade, mas para muitos essa é a verdade!
As diferenças culturais são realmente incríveis, strick-nikes!
sábado, 1 de janeiro de 2011
É 2011... e daí?
E daí que eu resolvi fazer um post sobre o assunto! Certamente você está esperando uma crítica ao objetivo capitalista das festejações de fim de ano e blá blá blá... Mas vou poupá-los de todo o clichê sob clichê que eu poderia despejar e desejar um feliz ano novo pra vocês e pra "nós" também (leia-se "eu").
Só isso? É, só isso.
Só isso? É, só isso.
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