Para complementar o post anterior, venho com essa lista de discos must-have do rock pauleira e seus links para download. É! Isso mesmo! Links para download! Falou em Veliko Valovi, falou em qualidade jornalística!
Iniciando nossa ode ao Satã (é sacanagem, amigos), vamos buscar no fundo da história do rock pesado, passando pelo blues dos negões americanos e tudo mais: Led Zeppelin IV, um álbum que rompeu paradigmas na época e contém uma das músicas mais lindas da história, Stairway to Heaven. Leve, depois pesada, depois leve, como um zepelim de chumbo.
Mas se você é daqueles que gosta de guitarras distorcidas, riffs pesados e um vocalista que come morcegos, Paranoid é a pedida certa. Nesse disco o Black Sabbath emplacou diversos riffs famosíssimos como Iron Man, Paranoid e War Pigs. Os primórdios do heavy metal estão aqui!
Falando de riffs famosos, acho que só existe uma banda que bate Ozzy e seus amigos. De quem eu posso estar falando, senão AC/DC? Let There Be Rock é um dos seus discos mais sujos, com um Bon Scott inspiradíssimo e claro, Angus Young fazendo o que sabe fazer (a mesma coisa toda hora hahaha). Além da música homônima, preste atenção em Whole Lotta Rosie, um hit do rock pauleira.
Pra mostrar que o rock pesado pode ter pitadas do rock progressivo, nada melhor do que ouvir Machine Head (Deep Purple) e Moving Pictures (Rush)! Misturando elementos de sintetizadores e música erudita (o solo de Highway Star), são dois discos indispensáveis para os fãs de prog. Quem nunca ouviu a introdução de Tom Sawyer? Ou Smoke On The Water? O tipo de música que se torna um hino em estádios cheios de metaleiros pelo mundo.
Saindo dos anos setenta, para um rock mais farofa dos anos oitenta, o Van Halen mostra como se faz, criando um álbum com um hit digno de Duran Duran (Jump) e um rock tão pesado que vai fazer você expurgar (Hot For Teacher). Falo de 1984, claro.
Ei, peraí, tem uma banda que entrou nos anos oitenta com o pé direito! Ah, é aquela da língua de fora? Hum, deve ser! Em 81 os Rolling Stones lançaram um dos seus maiores clássicos, Tatoo You, com um som digno dos anos sessenta, porém novo e repaginado, mas sem ceder àquela roupagem cafona da época.
Chegando aos anos oitenta, mesmo antes, as bandas mais conceituadas de hard rock começaram a lotar estádios com seus hits inconfundíveis, palcos mirabolantes e presença de palco de outro mundo. Duas bandas passam muito bem isso: Queen e KISS. Aliás, o disco A Night At The Opera d'a Rainha é um verdadeiro clássico, e digo isso porque considero um álbum de música clássica, só que uma roupagem moderna. Bohemian Rhapsody, ilustra bem minha ideia. Do KISS, pode ouvir sem medo o Alive!. Todas as loucuras que você pode esperar de Gene Simmons e sua trupe (haha) estão lá, no auge dessa que é uma das bandas mais pioneiras de sua época.
Pra fechar... bom, essa vai ser um pouco polêmica, afinal, junto com Nirvana essa é uma das bandas mais amadas/odiadas de todos os tempos. Senhoras e senhores, Axl, Slash, Duff e mais essa galerinha que eu nem sei o nome: Guns'n'Roses! "Ai credo!", você diz (de novo, se você leu o post do Exterminador do Futuro). Ok, faça o seguinte: ponha o Appetite for Destruction bem alto, feche os olhos e deixe aqueles tempos de moleque fedido jogando PS2 voltarem a tona. Depois você deixa nos comentários sua impressão! Hahaha
Ok, esses foram os dez discos que consegui reunir no mesmo post. Foi um pouco difícil de me decidir, e devem ter faltado alguns, mas acredito que com esses discos você estará bem acompanhado (por Lúcifer, claro).
Clique aqui para baixar os discos
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Rock pesado, o rock do futuro, o rock da geração jovem!
Esse post é para aqueles que antipatizam com o rock do futuro, nos quais se encaixam o rock pesado, o heavy pesado, rock pauleira, entre outros. Escrevo isso porque tenho muitos amigos que ainda não assimilaram a ideia dos riffs pesados e sujos que são tocados em ode ao Satã. Tento, desde então, a entender a mente desse tipo de pessoa para então, reverter o processo. Vou confessar que já fui assim. Há um ano eu nem ouvia Led Zeppelin direito! Só curtia o tal do rock progressivo.
Galera (podre), abram seus olhos (e seus corações, também). Quando você está ouvindo AC/DC, por exemplo, quando aqueles riffs poderosos tomam conta da sua alma e você resiste em aceitar, que apesar daquilo ser simples, é cheio de energia, tem algo errado nisso! Afinal, o rock não foi feito pra se divertir? Tudo bem que muitas bandas (inclusive a minha preferida, Pink Floyd) resolveram tornar essa diversão em engajamento e deu muito certo, parabéns. Mas não vamos enganar-nos e se alienar para o que é óbvio. Deixe-me explicar: o Pink Floyd por exemplo, faz letras de protesto e tudo mais. O AC/DC, para usar o mesmo exemplo, também faz. Só que é um protesto jovem. Um protesto juvenil, enérgico, sem muitas preocupações com o meio-ambiente ou nada do tipo. O rock pesado é um hino a liberdade de expressão, a liberdade do jovem de sair na rua gritando a todos e a todas o que pensa de forma rápida, intensa e mortal (ê). E aí que entram as guitarras com seus power chords, uma bateria pauleira e um baixo qualquer (êêê).
É disso que se trata o rock do futuro, o rock da geração jovem. Não é nada mais, nada menos do que saudação ao demônio, nosso pai. E se você ainda não está convencido, veja o vídeo abaixo:
E se você quer mais:
Se você não se convenceu, deixe sua impressão nos comentários.
Galera (podre), abram seus olhos (e seus corações, também). Quando você está ouvindo AC/DC, por exemplo, quando aqueles riffs poderosos tomam conta da sua alma e você resiste em aceitar, que apesar daquilo ser simples, é cheio de energia, tem algo errado nisso! Afinal, o rock não foi feito pra se divertir? Tudo bem que muitas bandas (inclusive a minha preferida, Pink Floyd) resolveram tornar essa diversão em engajamento e deu muito certo, parabéns. Mas não vamos enganar-nos e se alienar para o que é óbvio. Deixe-me explicar: o Pink Floyd por exemplo, faz letras de protesto e tudo mais. O AC/DC, para usar o mesmo exemplo, também faz. Só que é um protesto jovem. Um protesto juvenil, enérgico, sem muitas preocupações com o meio-ambiente ou nada do tipo. O rock pesado é um hino a liberdade de expressão, a liberdade do jovem de sair na rua gritando a todos e a todas o que pensa de forma rápida, intensa e mortal (ê). E aí que entram as guitarras com seus power chords, uma bateria pauleira e um baixo qualquer (êêê).
É disso que se trata o rock do futuro, o rock da geração jovem. Não é nada mais, nada menos do que saudação ao demônio, nosso pai. E se você ainda não está convencido, veja o vídeo abaixo:
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